Conselhos sobre louvor para a congregação

por Clint Archer

nos divertimos às custas do líder de louvor, mas a maioria de nós que estamos sentados nos bancos também precisamos de instrução para enxergarmos melhor o período de adoração comunitária na igreja.

Lembre-se sempre: tudo o que oferecemos ao Senhor é adoração. Da pregação ao café da manhã, dos dízimos e ofertas à projeção das letras no telão. Mas a adoração musical é onde as pessoas mais facilmente se desviam do foco. Aqui estão três conselhos para ajudar a manter o principal no lugar principal.

Deixe suas preferências no carro

A maioria dos carros de hoje está equipada com equipamento de som. Aqui, você é o capitão, o mestre do botão de volume. Você pode botar Third Day no último volume e aumentar o grave ou pode navegar suavemente com Ginny Owens. Você pode mergulhar na profundidade teológica do repertório de hinos antigos de Fernando Ortega ou balançar com o que for que a máquina de música pop de Bepo Norman esteja tocando ultimamente. É você quem decide, e isso é ótimo. Lá no seu carro.

Mas quando você entra na igreja, é hora da família.

Se há 200 pessoas na igreja, a minha opinião sobre a música vale exatamente 0.5%, e eu preciso reconhecer o quão desencorajador é, para o líder da banda, ouvir que EU prefiro um arranjo em acordes menores para O the deep, deep Love of Jesus.

Preferências de estilo são, por definição, pessoais. A igreja é, por definição, comunitária e corporativa.

Lembre-se quem é a Audiência

A banda não está lá para aceitar pedidos. Eles não são uma vitrola espiritual. Eles estão lá para nos liderar em nossa adoração conjunta a Deus, não para executar uma lista de músicas que nos agradam. Se eu realmente quero ouvir uma versão a cappella de Amazing Grace, graças ao iTunes e o YouTube, eu posso fazer isso assim que sair do culto.

Deus é a audiência, a congregação é o coro, e a banda está lá apenas para facilitar nossa oferta a Deus. Eu descobri que lembrar-me disso me ajuda a manter o foco na adoração.

Dê sua opinião da forma correta

Não estou dizendo que não há lugar, na igreja, para dar opiniões úteis ou sugestões construtivas. Se o som da banda não está chegando ao fundo da igreja ou o tamanho da fonte do projetor é muito pequeno, pode ser útil comunicar isso a um diácono. Mas a melhor forma de fazer isso é se informar de quem toma as decisões e fazer as sugestões a essa pessoa.

Na nossa igreja, temos um presbítero que cuida de todas as questões de música, som e projeção. Se uma pessoa reclama para o rapaz do som, outra chia para o líder da banda e algumas opiniões chegam aos ouvidos do pianista, não há uma centralização, e isso pode ser muito desencorajador para esses indivíduos. Eles podem pensar que seu papel individual no culto está sendo questionado. E, na maioria das vezes, eles só estão fazendo conforme foram instruídos.

Procure o encarregado, para que ele possa ter uma noção real de quão generalizado o sentimento é (por exemplo, mais de 0.5%) e possa tomar alguma atitude cabível. Isso ajuda tanto aquele que oferece as sugestões como o responsável pelas mudanças.

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Traduzido por Filipe Schulz | Reforma21.org | Original aqui

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