encarnação: Todos os posts

Deus esteve em um útero: Por que o aborto é tão perverso

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Deus ama o útero da mulher. Ele criou o útero para que seu Filho habitasse ali no estágio mais vulnerável de sua vida terrena. Por extensão, Deus fez o mesmo para cada um de nós. O útero é o lugar designado por Deus para se ter segurança, mas, agora, tragicamente tornou-se o lugar mais perigoso da terra.

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Uma reflexão de Natal

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Se o maravilhoso em Gênesis é que Deus deu à humanidade o dom da vida, então a alegria do Natal é que Deus nos deu nova vida. E os pacotes dos dois presentes parecem-se um com o outro. O filho temporal assumiu carne e osso, como o Filho eterno. O “homem da terra” não tinha pai biológico, assim como o “homem do céu”.

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A violência do Natal

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Aquele que fez o mundo entrou nele como uma criança e experimentou todas as suas dificuldades e injustiças para que, pela graça de Deus, pudesse ser nosso conforto nos anos vindouros.

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Natal: a glória de Deus retorna

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Quando João nos diz que o Verbo Eterno se fez carne e tabernaculou entre nós, e que vimos Sua glória, ele está proclamando a sua audiência que, da mesma forma com que a glória enchendo o tabernáculo e o templo eram manifestações da presença de Deus, o mesmo está acontecendo quando Ele revela Sua glória ao mundo em Jesus.

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A re-humanização da humanidade

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Em dezembro de 2013, presenciamos dois eventos de enorme impacto – o primeiro foi o aniversário do tiroteio de Sandy Hook e o segundo, a morte de Nelson Mandela. Ambos eventos, posicionados em um contexto de morte, são opostos um ao outro. Um foi uma triste memória de um mundo quebrado pela doença mental e violência. O outro foi o reconhecimento de uma vida em prol da dignidade humana. E é nessa tensão entre a dignidade e a fragilidade que todo humano nesse planeta vive, tentando encontrar um sentido em tudo isso.

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Natal e Calvinismo

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O Natal dificilmente parece ser a época apropriada para discutir as doutrinas da graça. Afinal de contas, somos levados a crer que o Natal é gloriosamente abrangente e o Calvinismo é desafortunadamente restrito. Mas a razão pela qual devemos associar o Natal e o Calvinismo é que o próprio Jesus o faz.

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